Em julho de 1988, nascia em Florianópolis uma das marcas que, anos mais tarde, iria revolucionar o modelo de ensino em Santa Catarina. O Curso e Colégio Energia surgiu da vontade de Percy Haensh de criar algo diferente, uma escola que mexesse com o formato engessado que imperava entre as instituições daquela época. Passados 30 anos, o sonho é realidade e a escola, que iniciou com apenas seis salas de aula, é considerada a maior rede de ensino do Estado.

COLÉGIO ENERGIA COMEMORA TRÊS DÉCADAS APOIADO EM INOVAÇÃO E BOAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS.


Em julho de 1988, nascia em Florianópolis uma das marcas que, anos mais tarde, iria revolucionar o modelo de ensino em Santa Catarina. O Curso e Colégio Energia surgiu da vontade de Percy Haensh de criar algo diferente, uma escola que mexesse com o formato engessado que imperava entre as instituições daquela época. Passados 30 anos, o sonho é realidade e a escola, que iniciou com apenas seis salas de aula, é considerada a maior rede de ensino do Estado.

Atualmente, o chamado Sistema de Ensino Energia conta com três unidades em Florianópolis com a oferta em todos os segmentos: educação infantil, básico (fundamental e médio), curso pré-vestibular e formação superior, com a Faculdade Energia.

A marca está presente em todas as regiões do Estado, com dez licenciadas. Além da Capital, há unidades em Balneário Camboriú, Blumenau, Itajaí, Chapecó, Palhoça e São José. Desde 1988, cerca de 100 mil alunos estudaram na instituição.

A interação escola-aluno é muito forte dentro da instituição, tanto é que foram eles quem, em uma eleição interna, escolheram o nome do colégio. A palavra Energia traz consigo todos os anseios daqueles jovens da época, que dedicavam suas horas de estudo para passar no vestibular.

“Ao longo dos últimos anos buscamos despertar nos alunos o prazer pelo estudo e o desafio está em manter isso mesmo diante de uma avalanche tecnológica que cresce diariamente. Acreditamos que estamos no caminho certo e os pais e alunos percebem isso no dia-a-dia”, destaca o diretor de Inovação Pedagógica do Colégio Energia, Fábio Filippon.

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PROFESSORES E ALUNOS COM AUTONOMIA


Por mais de duas décadas o Energia foi o curso de pré-vestibular líder isolado em Santa Catarina. Com a oferta de outros segmentos de ensino, a educação de base da instituição também passou a figurar como destaque, sendo nos últimos 12 anos o primeiro colocado na avaliação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Este resultado é fruto das boas práticas adotadas como os investimentos constantes na inserção de novas tecnologias educacionais e na formação de uma equipe de profissionais qualificados.

“Criamos situações que facilitam a frequente reciclagem de nossos docentes e avançamos rumo a uma escola em que professores e alunos têm autonomia para refletir sobre seu próprio processo de construção de conhecimento”, explica a coordenadora de Educação Básica, Lorena Xavier.

Inovação sempre foi uma das palavras destaque da instituição. O questionamento sobre o que fazer para manter-se inovadora é diário e perpassa todas as áreas da escola.

“Para se manter longeva, uma empresa jamais deve se acomodar com as suas conquistas. O grande desafio é encontrar a essência daquilo que faz bem e que deve ser preservado, e as formas como aquilo é ofertado e deve melhorar constantemente”, afirma o gestor de Design e Comunicação, Roger Pellizzoni.

Segundo ele, uma marca bem gerida oferece condições para que a empresa prepare-se e transponha as mudanças com força, capacidade, experiência e maturidade, antecipando-se às necessidades e tornando-se sempre melhor.

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DESAFIO É PREPARO PARA AS MUDANÇAS CONSTANTES


Os caminhos percorridos pela escola nos últimos 30 anos a tornaram madura e ciente de sua missão educacional. Tendo em vista o novo perfil dos estudantes, foram adotadas novas maneiras de ensinar. Para isso a tecnologia virou uma grande aliada. Uma parceria com a Microsoft resultou em diversos serviços tecnológicos que beneficiam pais, alunos, professores e colaboradores, colocando a escola definitivamente dentro um ambiente digital.

Em 2017, uma aproximação com a International School fez com que o Colégio Energia se tornasse o primeiro da região Sul e o segundo do país a adotar, em todos os níveis da educação básica, um programa bilíngue dentro de uma abordagem inovadora de imersão. A instituição também reavaliou o seu Projeto Político Pedagógico e buscou adequar as práticas de acordo com a nova realidade da educação brasileira.

“O Energia é referência e estudo de caso para muitos dos nossos parceiros, pela experiência e maturidade que temos com o ensino em todos os segmentos. Muitas práticas inovadoras em educação no país estão sendo desenvolvidas aqui e com grande sucesso”, comemora Fábio Filippon.

De acordo com o diretor, o grande desafio é criar uma proposta educacional que acompanhe as transformações tecnológicas, econômicas, políticas e sociais e, ao mesmo tempo, proporcione aos alunos transferir para as suas vidas todas as vivências desses aprendizados.

“Precisamos preparar os alunos de hoje a pensar no futuro, pois as mudanças ocorrem rápido demais. Os estudantes de hoje irão ocupar espaços no mercado de trabalho que ainda não existem. Fazer essas conexões é fundamental e mostrar a eles que nada é mais importante do que as experiências e as relações humanas, afinal, é por meio delas que a aprendizagem ganha significados no contexto social”, finaliza Filippon.