O ano de 2018 começou com um desafio posto à empresária Marcia Maurano, que está à frente da Saccaro Florianópolis. Ela acaba de assumir a diretoria do Núcleo Catarinense de Decoração da Regional Floripa para o biênio 2018/2019.

QUALIFICAÇÃO DA CADEIA E MAIOR DIÁLOGO COM A CIDADE ESTÃO ENTRE OS DESAFIOS DA NOVA DIRETORIA DO NCD FLORIPA


O ano de 2018 começou com um desafio posto à empresária Marcia Maurano, que está à frente da Saccaro Florianópolis. Ela acaba de assumir a diretoria do Núcleo Catarinense de Decoração da Regional Floripa para o biênio 2018/2019. Ao lado da vice-diretora Ana Paula Rigon, a Koka, da loja Roka Ideias e Objetos, ela segue o cronograma de ações desenvolvidas pela entidade e que tem entre as prioridades o aperfeiçoamento da cadeia do décor.

A partir do Mosaico NCD está programada uma série de ações com foco na qualificação. Uma delas é o projeto Experiências NCD, que neste ano levará lojistas associados e profissionais para dois destinos, sendo um internacional e outro nacional.

A primeira ocorrerá em abril, quando os participantes vão se conectar com a cultura, a história e a arquitetura de Berlim, na Alemanha. A segunda, prevista para agosto, promoverá vivências na região Norte do Brasil, mais especificamente no Pará.

“Além dos escritórios vencedores do Concurso Técnico NCD, premiação que valoriza a produção da arquitetura catarinense, uma pesquisa qualitativa entre as 26 lojas associadas ao NCD Floripa definiu a seleção dos demais profissionais convidados para as viagens. Sempre esperamos despertar, na volta para casa, possíveis desdobramentos. Seja na troca de ideias, protagonismos ou visões de negócio”, destaca Marcia.

Para a entidade, o conteúdo é base de todas as ações. Ou seja, o planejamento de atividades é todo centrado na geração de conhecimento, seja nos treinamentos técnicos, nas rodas de conversa, nas palestras e viagens culturais. Mas a regional de Floripa vai além da agenda de eventos prevista pelo NCD Estadual. Um dos compromissos assumidos pela nova diretoria na Capital é a aproximação com a própria cidade.

“Não podemos só olhar para fora. A percepção deve começar pelo local onde habitamos, que ajudamos a construir e movimentar dia a dia. Neste contexto, queremos estreitar o diálogo com a cidade e isso por meio de instituições de arte, com artistas e grupos que discutem o urbano. Precisamos ampliar as conexões e vamos criar espaços para que isso aconteça”, explica Márcia.

Em março acontece a primeira ação, uma visita guiada à exposição Pléticos, no Museu de Arte de Santa Catarina (Masc), dentro do Centro Integrado de Cultura (CIC).

E não para por aí. Os interesses são amplos e por isso a entidade quer promover também ensaios sobre a leitura de mercado, abordando entre os associados questões de gestão e finanças.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]