Depois de um crescimento de faturamento de 8,5% em reais e 13,7% em toneladas em 2017, a Imbralit, empresa do setor de telhas de fibrocimento e caixas d’água plásticas com sede em Criciúma, espera que neste primeiro semestre seja capaz de manter os volumes alcançados no final do ano passado e credita à proibição nacional do uso do amianto como fator favorável à expectativa.

IMBRALIT PROJETA CRESCIMENTO BASEADA NA PROIBIÇÃO DO USO AMIANTO E NA RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA


Depois de um crescimento de faturamento de 8,5% em reais e 13,7% em toneladas em 2017, a Imbralit, empresa do setor de telhas de fibrocimento e caixas d’água plásticas com sede em Criciúma, espera que neste primeiro semestre seja capaz de manter os volumes alcançados no final do ano passado e credita à proibição nacional do uso do amianto como fator favorável à expectativa.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Leandro Buciani
Chief Restructuring Officer (CRO)

“Podemos afirmar que algumas empresas levarão de 8 a 12 meses para ajustar a produção aos padrões impostos pelo STF. Como desde 2016 não produzimos uma telha sequer com o mineral, esperamos ter um ganho de mercado considerável, que, paralelamente, será potencializado por meio de ações logísticas junto aos 4,2 mil pontos de venda que revendem nossas telhas e caixas d’água ao consumidor final”, afirma Leandro Buciani, Chief Restructuring Officer (CRO) da Imbralit.

Atualmente a companhia está entre os cinco maiores fabricantes de telhas de fibrocimento do Brasil. Com o aumento das vendas e a retomada do poder de compra do consumidor, ano passado a empresa colocou novamente em funcionamento uma linha de produção na planta de Criciúma para suprir a grande demanda, e voltou também a contratar – hoje quase 400 funcionários compõem o quadro de colaboradores.

No médio prazo, e de olho na expansão nacional, também planeja retomar o projeto de investimento em uma nova e mais moderna linha de produção, possivelmente em outra região do país.

“É um projeto em fase avançada de estudo e que leva em conta o planejamento estratégico da companhia e o comportamento do mercado”, explica Buciani, antecipando que há chances de uma nova fábrica ser instalada fora do estado de Santa Catarina, a depender de “questões logísticas e incentivos fiscais”.

A reativação elevaria em 35% a produção mensal de telhas de fibrocimento – a empresa opera hoje perto sua capacidade máxima sem essa linha, que teve seu investimento parado há quatro anos, em meio à queda do mercado.