Promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF) e considerado o maior evento do setor de imóveis do País, em 2018 o Feirão da Casa Própria chega à sua 14ª edição com a perspectiva de negociar mais de 200 mil imóveis em diferentes regiões do Brasil. A previsão considera, inclusive, os recentes anúncios da CEF em relação à redução das taxas de juros em suas principais linhas de financiamentos da casa própria , elevando a expectativa da instituição de negociar R$ 15 bilhões nesta edição do Feirão, superando os R$ 13 bilhões alcançados no ano passado.

FEIRÃO DO IMÓVEL, REALIZADO EM MAIO EM CINCO CIDADES DE SC, OFERECE CONDIÇÕES ESPECIAIS DE NEGOCIAÇÃO.


Promovido pela Caixa Econômica Federal (CEF) e considerado o maior evento do setor de imóveis do País, em 2018 o Feirão da Casa Própria chega à sua 14ª edição com a perspectiva de negociar mais de 200 mil imóveis em diferentes regiões do Brasil. A previsão considera, inclusive, os recentes anúncios da CEF em relação à redução das taxas de juros em suas principais linhas de financiamentos da casa própria , elevando a expectativa da instituição de negociar R$ 15 bilhões nesta edição do Feirão, superando os R$ 13 bilhões alcançados no ano passado.

Só na Grande Florianópolis, onde o evento acontece de 25 a 27 de maio, serão cerca de 4,6 mil oportunidades, com valores variando de R$ 100 mil a R$ 2 milhões. Segundo Genésio Fernandes da Silva, superintendente da CEF em Floria­nó­polis, localmente o número de negócios encaminhados e fechados vem se mantendo ao longo dos anos. Em 2017, houve um aumento de 2,06% em relação ao registrado em 2016 (1.696 negócios concretizados em 2016 e 1.731 no ano passado, o que em valores corresponde a R$ 353 milhões e R$ 339 milhões, respectivamente), e para este ano esse percentual deve ser ampliado.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Genésio Fernandes
FOTO: Reprodução

“As perspectivas são muito boas. Como nos anos anteriores, teremos imóveis novos, usados e na planta, com enfoque para os imóveis do Programa Minha Casa Minha Vida, que possuem valores de até R$ 190 mil na região”, explica.

Se as condições de negociação e taxas de juros são as mesmas oferecidas nas agências do banco, para o público, nos feirões a maior vantagem está em encontrar, no mesmo local, construtoras, imobiliárias, incorporadoras e todos os atores que movimentam a construção civil no País. “Desta forma, em um mesmo espaço o consumidor consegue encontrar um imóvel, simular as condições de compra e valores das prestações e assinar o contrato”, diz o presidente da CEF, Nelson de Souza. “E há, também, oportunidades especiais para aquisição, pois construtoras e incorporadoras oferecerem condições especiais durante o evento, o que inclui descontos nos valores”, acrescenta.

Tradicionalmente, os feirões promovidos pela Caixa funcionam como uma espécie de ‘termômetro’ do mercado, revelando intenções e disposição tanto dos compradores quanto das empresas.

Hélio Bairros
FOTO: Reprodução

“É, com certeza, um evento muito importante, e sinaliza para comportamento do setor, expondo intenções e disposição de ambos os lados: tanto é possível avaliar se as pessoas estão interessadas em comprar e o que desejam adquirir, quanto se as empresas têm produtos para mostrar e até onde podem evoluir nas possibilidades de negociação. Isso, além de oferecer, de forma concentrada, um grande e variado número de imóveis, este ano com as vantagens anunciadas pela Caixa Econômica Federal, que continua respondendo por um grande percentual de financiamentos de imóveis no Brasil. Um evento como esses nos deixa animados”, avalia Helio Bairros, presidente do Sin­duscon Grande Floria­nópolis.

Segundo ele, as construtoras locais estão se preparando para o momento da ‘retomada’, e os resultados do Feirão da Casa Própria devem deixar mais evidente o comportamento do mercado no segundo semestre.

Além do Feirão da Casa Própria em Florianó­polis, a CEF promove em outros quatro municípios (Tubarão, Blumenau, Joinville e Chapecó) as Feiras de Imóveis, eventos menores, apenas patrocinados pela Caixa e organizados por outras empresas. Todos, segundo o superintendente Genésio da Silva, servirão para estimular o mercado. “O Feirão e as feiras são, sem dúvidas, molas propulsoras do mercado imobiliário”, conclui.